quarta-feira, 17 de março de 2010
O que eu sinto não é desalento porque é indiferente. É patético, quase uma história de outra pessoa normal, com dilemas sem graças e uma vida tão confusa quanto a das outras bilhões de pessoas que existem. È a mesma história, é claro, mas ao invés de a pintarmos de vermelho, pintaremos de azul. É tão cansativo fingir que se importa. É tão cansativo se importar, mas não conseguir mais sentir a essência daquilo com que você se importa. Não é sofrimento, é uma constatação. Há um instante na sua vida que as coisas não conseguem mais te comover.
No momento eu queria morangos e desenhos da Disney. O colo da minha mãe. Correr descalça e descabelada. Tomar banho de chuva. Gritar. Crescer pra que, gente?
“Estou sem tempo para distrações.”
sábado, 27 de fevereiro de 2010
Bem, sábado a noite e aqui estou eu, em casa, blawhiskas, mimimi. Acontece que estou cansada e com tédio e ligeiramente gorda e manca (oi Cristal!). Então, vendo que nenhum dos meus amigos têm paciência para as minhas filosofias idiotas e crises existenciais non-sense, resolvi criar um blog. Claramente C. já havia sugerido,mas eu não tinha desconfiado que era porque eu estava enchendo furiosamente o saco dela... foi mal C.!
Realmente nada acontece na minha vida. Ok.Sem problemas. Sou gorda, ligeiramente vesga e futuramente meio manca e com uma agenda lotada diariamente por merdas de estudos por não ser suficientemente esforçadzzzz.
Agora, realmente: Prazer, sou Moira*. Tenho 20 anos, sou extremamente paranóica e no momento estou trabalhando minha cara de pau- nível iniciante, etc.- e sociabilidade (escala em 3 abaixo de zero). E também não sei escrever de acordo com as novas normas do português- shame on me (not).